Os jornais americanos The New York Times e Los Angeles Times publicaram as primeiras resenhas do novo romance de Dan Brown. Ambas destacam que o autor consegue manter, no novo livro, o ritmo eletrizante que caracteriza todas as suas obras.
Nick Owchar do LA Times informa que, em O símbolo perdido, o simbologista Robert Langdon chega a Washington atendendo a um convite de seu rico amigo Peter Solomon, um maçom de alto nível hierárquico, para proferir uma palestra. Porém, ao chegar no Capitólio, onde aconteceria o evento, ele percebe que foi enganado. Não há palestra alguma. O convite fora forjado por alguém que deseja que Langdon encontre um “artefato”cuidadosamente posicionado: a mão decepada de Solomon, marcada por tatuagens de motivos maçônicos e apontada para um quadro de 1865 em que George Washington aparece como deus pagão. Apesar do terror subjacente ao “arranjo”, Langdon reconhece a associação com algo chamado “a Mão dos Mistérios”…
Janet Maslin do NY Times fala do antagonista de Langdon, autor da terrível encenação no Capitólio, um psicopata arrogante que se autodenomina Mal’akh (”anjo” em hebraico) e que submeterá Langdon a outras emocionantes provações, como prendê-lo em um tanque que rapidamente se enche de água, e dar-lhe 60 segundos para decifrar um padrão codificado de 64 símbolos. De perder o fôlego! A reportagem faz menção ainda à irmã de Peter Solomon, Katherine, uma cientista que ajudará o simbologista a desvendar todos os mistérios, e à aparição de uma lula gigante (o que explica a dica de criatura marinha do Today Show).
Confira a íntegra das reportagens (em inglês): Los Angeles Times e New York Times.
Com o lançamento da edição americana chegando as lojas amanhã, O símbolo perdido já bateu o recorde de pré-venda para livros adultos da gigante virtual Amazon.com. É um fenômeno que dará novo ânimo ao mercado editorial neste final de ano.