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	<title>O Símbolo Perdido &#187; Personagens</title>
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	<description>por Dan Brown</description>
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		<title>Primeiras resenhas de O símbolo perdido</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 20:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sextante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os jornais americanos The New York Times e Los Angeles Times publicaram as primeiras resenhas do novo romance de Dan Brown. Ambas destacam que o autor consegue manter, no novo livro, o ritmo eletrizante que caracteriza todas as suas obras.
Nick Owchar do LA Times informa que, em O símbolo perdido, o simbologista Robert Langdon chega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os jornais americanos <em>The New York Times</em> e <em>Los Angeles Times</em> publicaram as primeiras resenhas do novo romance de Dan Brown. Ambas destacam que o autor consegue manter, no novo livro, o ritmo eletrizante que caracteriza todas as suas obras.</p>
<p>Nick Owchar do <em>LA Times</em> informa que, em <em>O símbolo perdido</em>, o simbologista Robert Langdon chega a Washington atendendo a um convite de seu rico amigo Peter Solomon, um maçom de alto nível hierárquico, para proferir uma palestra. Porém, ao chegar no Capitólio, onde aconteceria o evento, ele percebe que foi enganado. Não há palestra alguma. O convite fora forjado por alguém que deseja que Langdon encontre um &#8220;artefato&#8221;cuidadosamente posicionado: a mão decepada de Solomon, marcada por tatuagens de motivos maçônicos e apontada para um quadro de 1865 em que George Washington aparece como deus pagão. Apesar do terror subjacente ao &#8220;arranjo&#8221;, Langdon reconhece a associação com algo chamado &#8220;a Mão dos Mistérios&#8221;&#8230;</p>
<p>Janet Maslin do <em>NY Times</em> fala do antagonista de Langdon, autor da terrível encenação no Capitólio, um psicopata arrogante que se autodenomina Mal&#8217;akh (&#8221;anjo&#8221; em hebraico) e que submeterá Langdon a outras emocionantes provações, como prendê-lo em um tanque que rapidamente se enche de água, e dar-lhe 60 segundos para decifrar um padrão codificado de 64 símbolos. De perder o fôlego! A reportagem faz menção ainda à irmã de Peter Solomon, Katherine, uma cientista que ajudará o simbologista a desvendar todos os mistérios, e à aparição de uma lula gigante (o que explica a <a href="http://www.sextante.com.br/simboloperdido/2009/09/10/dicas-em-video/" target="_blank">dica de criatura marinha do Today Show</a>).</p>
<p>Confira a íntegra das reportagens (em inglês): <a href="http://latimesblogs.latimes.com/jacketcopy/2009/09/danbrownthelostsymbol.html" target="_blank">Los Angeles Times</a> e <a href="http://www.nytimes.com/2009/09/14/books/14maslin.html?_r=1&amp;ref=books" target="_blank">New York Times</a>.</p>
<p>Com o lançamento da edição americana chegando as lojas amanhã, <em>O símbolo perdido</em> já bateu o recorde de pré-venda para livros adultos da gigante virtual Amazon.com. É um fenômeno que dará novo ânimo ao mercado editorial neste final de ano.</p>
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		<title>O pentagrama de Washington</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 11:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sextante</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Enredo]]></category>
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		<description><![CDATA[
O site da revista Washingtonian traz uma reportagem sobre os elementos maçônicos presentes na arquitetura da capital dos Estados Unidos &#8212; cidade que serve de cenário para O símbolo perdido. A abundância de triângulos e pentagramas levam a especular se o arquiteto da cidade, Pierre L&#8217;Enfant, não seria maçom &#8212; como George Washington.
Segundo algumas teorias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sextante.com.br/simboloperdido/wp-content/uploads/2009/08/Mapa_Washington_DC.jpg"><img class="size-full wp-image-211 alignnone" title="Mapa_Washington_DC" src="http://www.sextante.com.br/simboloperdido/wp-content/uploads/2009/08/Mapa_Washington_DC.jpg" alt="Mapa_Washington_DC" width="480" height="390" /></a></p>
<p>O site da revista <a href="http://www.washingtonian.com/blogarticles/people/capitalcomment/13413.html" target="_blank">Washingtonian</a> traz uma reportagem sobre os elementos maçônicos presentes na arquitetura da capital dos Estados Unidos &#8212; cidade que serve de cenário para <em>O símbolo perdido</em>. A abundância de triângulos e pentagramas levam a especular se o arquiteto da cidade, Pierre L&#8217;Enfant, não seria maçom &#8212; como George Washington.</p>
<p>Segundo algumas teorias ocultistas, Dupont Circle, Logan Circle, Scott Circle, Washington Circle, Mount Vernon Square e a Casa Branca formam um pentagrama (os cinco pontos da estrela externa e um vértice do pentágono interior). Dupont Circle, Scott Circle e Washington Circle têm, cada um, seis ruas principais convergindo, o que emprestaria à estrutura da cidade o satânico número 666.</p>
<p>Há indícios ainda de que as pirâmides egípcias estariam presentes em <em>O símbolo perdido</em>. A pirâmide é um símbolo não apenas de ordem e simetria, mas também de unidade divina. Sua presença na nota de um dólar (também citada em <em>O código Da Vinci</em>) é um símbolo maçônico para o olho de Deus, que tudo vê, presente nas mitologias egípcia e cristã.</p>
<p>A capa americana do livro (ver <a href="http://www.sextante.com.br/simboloperdido/o-simbolo-perdido/" target="_blank">aqui</a>) mostra o Capitólio dentro de uma pirâmide vermelha, encimada por um selo (referência ao &#8220;olho&#8221;). O fundo é coberto de antigas letras, ou códigos.</p>
<p>Será tudo especulação, ou todos esses elementos estarão mesmo presentes na nova aventura de Robert Langdon?</p>
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		<title>Desvendando segredos do Símbolo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 18:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sextante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornal escocês The Scotsman publicou em sua versão on-line uma entrevista com Robert Cooper, especialista em assuntos de maçonaria, revelando detalhes a respeito do enredo de O símbolo perdido. De acordo com o jornal, o novo livro de Dan Brown deve causar um grande alvoroço nos Estados Unidos, com suas alegações de que George [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal escocês <a href="http://www.scotsman.com/" target="_blank">The Scotsman</a> publicou em sua versão on-line uma entrevista com Robert Cooper, especialista em assuntos de maçonaria, revelando detalhes a respeito do enredo de <em>O símbolo perdido</em>. De acordo com o jornal, o novo livro de Dan Brown deve causar um grande alvoroço nos Estados Unidos, com suas alegações de que George Washington foi, na verdade, um traidor que negociou secretamente com os britânicos durante a Guerra de Independência Americana – muito longe da imagem normalmente atribuída, de um dos “pais fundadores” do país. A traição de Washington, confessada em seu leito de morte, teria sido acobertada por seus companheiros maçons, e estaria oculta em seu caixão – que se encontra em Mount Vernon, na capital dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Cooper, “os romances de Brown são famosos por apresentar alegações sensacionais, ‘fatos’ que sugerem que ‘verdades’ em que muitas gerações acreditaram na realidade são falsas. Ele mistura fatos reais e teorias controversas, e junta com uma corrida de mocinhos e bandidos contra o relógio, para decifrar as pistas. No final das contas, é apenas uma obra de ficção seguindo uma fórmula.”</p>
<p>Seja como for, nos Estados Unidos os maçons já estão se organizando e reunindo voluntários especialistas para realizar uma análise detalhada assim que o livro chegar às livrarias. Cooper afirma que seu livro <em>Cracking the Freemason’s Code – The Truth about Solomon’s Key</em> (Decifrando o código do maçom: a verdade sobre a chave de Salomão) foi o motivo pelo qual Dan Brown trocou o título de seu novo livro, de <em>A chave de Salomão</em> para <em>O símbolo perdido</em>.</p>
<p>George Washington tornou-se maçom aos 20 anos, em 1752. Outros “pais fundadores” dos Estados Unidos, como Benjamin Franklin e James Madison, também eram maçons. Ainda segundo Robert Cooper, foi a versão escocesa da maçonaria que primeiro chegou aos Estados Unidos, em 1648. No século XVIII, após a independência americana, os maçons estariam também intimamente ligados à construção de edifícios importantes, como o Capitólio e a Casa Branca.</p>
<p>Segundo a fonte de Robert Cooper, no romance de Brown, George Washington teria tido uma crise de consciência em seu leito de morte, que o levou a escrever uma confissão detalhada, a ser publicada após sua morte. Um outro maçom, o dr. James Craik, seu amigo e médico particular, esteve com Washington em seus momentos finais, e estaria implicado na história. Num enredo tipicamente “danbrowniano”, tudo isso vem à tona quando um pesquisador, alocado em Mount Vernon, descobre referências disfarçadas sobre a confissão e os acontecimentos que a cercaram – e desconfia que algo muito secreto e importante esteja enterrado no caixão de Washington, oculto por códigos e referências maçônicos. Neste ponto, o pesquisador entra em contato com o simbologista Robert Langdon, mas é assassinado antes de poder explicar o que descobriu. Langdon, a CIA e o FBI começam uma corrida para encontrar a confissão, que os serviços secretos querem destruir para garantir a integridade do “pai fundador” do país e da história da criação da maior democracia do mundo.</p>
<p><em>O símbolo perdido</em> descortina símbolos maçônicos misteriosos gravados nas ruas e nos edifícios históricos da capital americana.<br />
Dan Brown colocou seu herói, Robert Langdon, no coração de Washington, o que pode revelar detalhes interessantes para historiadores aficionados. “Pela primeira vez, Langdon se encontra envolvido num mistério em solo americano. O novo romance explora a história oculta da capital da nação”, escreveu Brown em seu site oficial.</p>
<p>George Washington exigiu que a cidade fosse disposta em um quadrado simbólico – e para aqueles com tendências esotéricas, aparentemente o formato de um esquadro e um compasso pode ser formado ao traçar uma linha no mapa entre dois dos principais marcos da cidade, o Capitólio e o Lincoln Memorial, seguindo ao longo da Casa Branca e do Jefferson Memorial.<br />
O conjunto esquadro-e-compasso é um dos símbolos mais conhecidos da maçonaria – representa a perfeição de algo anteriormente imperfeito.</p>
<p>Dentro do Capitólio, onde se localiza o centro do quadrado, encontra-se a pedra fundamental depositada por George Washington. Num ritual maçônico de 1793, uma representação visual da cerimônia o mostra usando trajes maçônicos.</p>
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