O site da revista Washingtonian traz uma reportagem sobre os elementos maçônicos presentes na arquitetura da capital dos Estados Unidos — cidade que serve de cenário para O símbolo perdido. A abundância de triângulos e pentagramas levam a especular se o arquiteto da cidade, Pierre L’Enfant, não seria maçom — como George Washington.
Segundo algumas teorias ocultistas, Dupont Circle, Logan Circle, Scott Circle, Washington Circle, Mount Vernon Square e a Casa Branca formam um pentagrama (os cinco pontos da estrela externa e um vértice do pentágono interior). Dupont Circle, Scott Circle e Washington Circle têm, cada um, seis ruas principais convergindo, o que emprestaria à estrutura da cidade o satânico número 666.
Há indícios ainda de que as pirâmides egípcias estariam presentes em O símbolo perdido. A pirâmide é um símbolo não apenas de ordem e simetria, mas também de unidade divina. Sua presença na nota de um dólar (também citada em O código Da Vinci) é um símbolo maçônico para o olho de Deus, que tudo vê, presente nas mitologias egípcia e cristã.
A capa americana do livro (ver aqui) mostra o Capitólio dentro de uma pirâmide vermelha, encimada por um selo (referência ao “olho”). O fundo é coberto de antigas letras, ou códigos.
Será tudo especulação, ou todos esses elementos estarão mesmo presentes na nova aventura de Robert Langdon?
